PERDIDA SEM VOCÊ - Melissa Claremont. (Parte 2).
Lista de gatilhos:
Palavras de baixo calão;
Relações sexuais com força física;
Personagens masculino que ultrapassa os limites (consensualmente).
Jacob Lancaster.
Quando o médico apareceu me deu permissão para ver minha mulher, entrei no quarto, Laura olhava para o teto.
— Meu amor — murmurei
— Você voltou… disse com voz baixa, totalmente fraca.
— É claro que eu voltei amor, você estava precisando de mim e os nossos pequenos também — segurei em sua mão.
— Mas e o seu trabalho? — questionou.
Você é mais importante.
— Mas, e a Jéssica? — disse.
— Ela não é nada minha, amor. Eu amo você e sempre vou amar.
Beijei seus lábios delicadamente.
— Eu te amo — diz quando nos separamos do beijo.
— Eu te amo amor, tive tanto medo de te perder — falei olhando em seus olhos.
— Fiquei com medo de ser trocada por ela..
— Nunca amor, eu to aqui agora e não vou mais sair do seu lado.
No dia seguinte a Laura saiu do hospital. E voltamos para casa.
Laura Foster
Após um mês que eu tinha sido internada e meu marido voltado para casa. Era nosso aniversário de casamento, decidimos deixar as crianças na casa da minha sogra e tirar uma noite apenas para nós. Ainda não tínhamos tido a chance de aproveitar e matar a saudade um do outro, por causa das crianças e dos nossos trabalhos e eu sinto que estou enlouquecendo.
A cada dia que passa a minha vontade e necessidade de sentir o toque dele aumenta.
Cada vez que eu imagino Jacob me tocando, meu corpo se arrepia, e a vontade desesperadora de ter ele comigo, fica cada vez mais forte.
Sempre fui uma pessoa que conseguiu controlar essa vontade enorme de sentir o toque das pessoas, mas eu não estou conseguindo aguentar mais, estou tendo forças todo dia, e estou aguentando isso, porém a vontade repentina de tê-lo, me consome.
Estou ansiando pelo seu toque, pelos seus beijos, por ouvir a sua voz.
Sou consumida por pensamentos eróticos todos os dias na hora de dormir. Eu me sinto mais fraca e maluca por isso. É difícil olhar pra ele todos os dias e não sentir vontade de pedir pra ele me comer, pedir pra me foder com força, até eu esquecer o meu próprio nome. As provocações dele me deixam completamente excitada.
Quero ver ele se desconfigurando por completo quando eu estiver novamente em seu colo rebolando em seu pau.
Não vejo a hora de sentir o toque de meu marido em meus peitos, senti-lo apertando eles, como ele sempre fez, o prazer que isso vai me dar, não tá escrito.
Meu marido está no trabalho, então irei aproveitar este tempo para me arrumar.
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Eu estava pronta, coloquei uma lingerie vermelha e uma de suas camisas largas brancas por cima.
Depois de longos minutos de espera, escutei a porta central abrir e sabia que ele havia chegado.
Jacob Lancaster
Quando entrei em casa tudo estava escuro, subi as escadas e percebi que apenas a luz do meu quarto estava acesa.
Quando entrei no quarto Laura estava sentada na cama com uma camisa branca que era minha. Quando me viu, imediatamente levantou e se jogou nos meus braços, enlaçando os braços envolta de meu pescoço me beijando. Retribui o beijo, que era lento mas com muito desejo envolvido.
Seu cheiro me viciava, não sabia explicar, mas Laura tinha um cheiro único. Tinha cheiro de mulher, mas também exalava um toque de café que sempre me deixou louco.
— Amor, como você está linda e cheirosa — cheirei seu pescoço e senti seu corpo estremecer ao meu gesto, como de costume.
— Você também está lindo, meu bem.
Como eu já sabia o que ela queria, peguei ela nos braços e a coloquei delicadamente na cama. Finalmente senti seu corpo sendo entregue novamente para mim. Mesmo sem que eu a tocasse, sua respiração ofegante e desesperada, queria que eu fizesse ela sentir todo o prazer que necessitava.
Eu sabia que Laura estava fraca, sabia a necessidade absurda de ser tocada por mim, ela queria sentir meus dedos dentro dela e depois sentir meu pau dentro dela, que a fodesse com força e depois dissesse que ela pertence a mim.
E, é claro que eu atenderia todos os seus desejos.
Tirei a camisa que ela estava usando e desabotoei seu sutiã vermelho, liberando seus peitos grandes e firmes, começando a chupa-los de leve. Comecei pelo direito, coloquei ele na boca e às vezes lambia apenas o bico, olhava vez ou outra para seus olhos que estavam fechados e forçados. Fui para o peito esquerdo desta vez pegando um pouco pesado deixando um forte chupão nele. O que fez com que eu arrancasse um gemido de Laura.
Olhei novamente em seus olhos e mordi o bico de seu peito, o que fez com que ela soltasse um grito.
— Awn, amor — Laura colocou as mãos em minhas costas e me apertou.
Sai de cima dela e tirei minha camisa, pois eu sabia que ela queria arranhar minhas costas. Quando tirei, voltei para cima, mas dessa vez resolvi abaixar um pouco mais.
Comecei beijando suas coxas e logo em seguida beijei sua buceta ainda coberta pela calcinha vermelha. Tirei a calcinha e fiquei brincando com seu clitóris, ouvindo seus gemidos. Introduzi um dedo dentro dela e fiquei mexendo ele lá dentro.
— Amor, coloca mais dois dedos e vai mais rápido, por favor — Laura me implorou e assim fiz.
— Você está proibida de gemer — disse e coloquei uma mão em sua boca, indo mais rápido com os dedos, vendo sua expressão mudar e ela sufocar com os gemidos.
Quando ela gozou tirei meus dedos de dentro dela e tirei a mão de sua boca, substituindo pelos meus lábios, vendo ela relaxar e sua respiração voltar a ficar controlada.
— Como eu senti falta disso — sussurou.
Laura relaxou em meus braços.
— Eu também, agora saia — rosnei em tom autoritário deixando ela confusa e imovel.
— Eu disse, s-a-i-a, Laura. — disse, novamente e ela saiu de cima de mim e deitou na cama. E eu me levantei indo em direção ao seu closet, pegando uma de suas echarpes de seda.
— O quê…— parou de falar quando olhou para minhas mãos.
Laura Foster
Minha respiração falhou quando vi os echarpes nas mãos de Jacob, ele não me prende na cama desde que eramos adolescentes. E eu sei perfeitamente o motivo.
O colchão cedeu sob meu peso. Jacob se juntou a mim em menos de dois segundos, e inspirei mais profundamente quando ele me empurrou mais para baixo, amarrando minhas mãos na cabeceira.
— Amor, o que está fazendo?
Minha voz era quase inaudível, em meio aos zumbidos em meus ouvidos.
Os bicos dos meus peitos estavam tão duros que era quase doloroso, sentia minhas coxas úmidas em resposta aos pensamentos eróticos, que estavam dançando em minha mente.
Jacob desceu por meu corpo e abriu minhas pernas com um movimento brusco que me fez soltar um gritinho. Amarrou meus tornozelos aos pés da cama.
— Iremos fazer do jeito que eu gosto. Bem calmo.
Jacob se levantou da cama para admirar o resultado do próprio trabalho.
Eu estava amarrada à cama, aberta e exposta, e uma onda quente envolveu meu rosto quando me dei conta da visão clara que ele estava tendo de mim. O quanto eu estava excitada — o clitoris inchado e pulsando, as coxas molhadas.
Até que ele se virou e abriu a última gaveta da minha cabeceira me fazendo lembrar do mesmo brinquedo que causou a última vez que eu fiquei presa na cama.
Ele não faria aquilo novamente.
— Jacob, não se atreva.
— Não me atrever a quê? — A voz dele era pura inocência, mas um brilho sombrio se acendeu em seus olhos quando ele encontrou o que estava procurando.
Uma gota de suor brotou na minha testa quando vi o lumbrificante e o maldito brinquedo — o vibrador duplo com um sugador de clitóris.
Aquela coisa me levava aos céus e tirava o juízo de qualquer um. E também é o responsável por ter me deixado sem andar por uma semana.
— Não tem graça. — sussurrei, manhosa.
Testei a força das amarras e descobri que estavam tão firmes que nem balançavam.
— Se quer que eu te desamarre, é só falar — ele apoiou o quadril na cômoda, adotando uma postura casual — Eu te solto e não faço mais nada essa noite. É isso que você quer, meu amor? — sua voz ficou um tom mais grossa.
Projetei o queixo, mas fiquei em silêncio.
— É o que eu pensava — murmurrou.
Ele se aproximou de mim novamente e passou a ponta do vibrador sobre o clitóris, leve o bastante para desencadear um raio de sensações que se espalhou por todo corpo. Não daria a ele a satisfação de responder.
A risada mansa passeou pelo meu corpo e incitou ainda mais minhas terminações nervosas.
— Pode resistir o quanto quiser, mas sua buceta te entrega o tempo todo. Você está pingando, amor — Ele introduziu um dedo em mim e apertei minhas unhas contra a palma das mãos, me esforçando para sufocar um gemido.
— Você continua muito teimosa. Vamos ver se eu consigo diminuir isso.
Ele tirou a mão. Um segundo depois, a sensação acetinada e fria do lubrificante escorrendo em mim me fez reagir com um sobressalto.
— Você fica linda aí, amarrada, esperando meu pau- A respiração dele acariciou meu pescoço antes de Jacob seguir com a língua. Ele beijava e estimulava o ponto sensível na base da minha garganta, enquanto empurrava o vibrador para dentro de mim com lentidão aflitiva. — Mas a gente vai se divertir um pouco primeiro.
— Jacob… — O gemido virou um gritinho quando ele empurrou o ultimo centímetro do brinquedo para dentro de mim, me preenchendo a ponto de causar desconforto dos dois lados. — Só me fode, porra. — resmunguei.
—Eu poderia, mas você prefere outra coisa. Então deixa ele fazer meu trabalho. — riu, maliciosamente.
Ele disse as mesmas coisas que disse quando descobriu este vibrador.
Ele ligou o vibrador, e finalmente soltei o grito estrangulado. O desconforto inicial desapareceu aos poucos, substituído por prazer intenso e ardente.
Ai, Deus.
Eu não conseguia pensar. Não conseguia respirar. Meu foco permaneceria nos pontos de onde brotam todas as sensações que se espalhavam pelo meu corpo, transportadas pelas vibrações que me percorriam. Eu me esfregava na cama, desesperada por alívio, mas Jacob me amarrou de um jeito que me deixava imovel.
Só me restava ficar ali deitada, escrava dos caprichos do meu homem, que dedilhava em mim a canção mais torturante do mundo.
Depressa. Devagar. Depressa. Devagar. Ele me levava ao limite uma vez após a outra, até eu ser uma poça de necessidade pura e implacável.
— Tem razão. — Havia luxúria na voz dele, e eu teria sentido um prazer maior por contestar que aquilo tudo era tão torturante para ele quanto para mim se não estivesse à beira da insanidade.
— Às vezes, vale a pena só sentar e olhar.
Ele se sentou no canto e segurou o pau, enquanto os olhos incendiaram minha pele nua. Eu me contorcia contra as amarras.
— Por favor — pedi, soluçando. — Não consigo… Jacob… preciso de você dentro de mim. Por favor.
Não suportava mais. Se não gozasse logo, eu ia morrer. Tinha certeza disso.
O vibrador parou, fiquei tensa quando ele se levantou e caminhou na minha direção, seus olhos estavam escuros de puro prazer. O colchão cedeu sob seu peso, e ele montou no meu corpo, mas, em vez de tirar o vibrador e me penetrar, deixou o controle sobre a cama e tocou meus seios com as duas mãos.
— Acho que ainda não aprendeu a lição, minha linda — A voz aveludada contrastava com a rispidez que ele beliscava meus peitos.
Inspirei fundo quando ele aproximou meus seios e deslizou o pau entre eles. Gotas do pré-gozo dele pingaram na minha pele, facilitando o movimento.
A dureza da ereção contra a maciez dos seios alimentaram o fogo no meu corpo de tal maneira que eu achava que iria entrar em combustão a qualquer movimento.
Ofeguei quando Jacob aumentou o ritmo, fodendo meus seios cada vez mais depressa até a ponta de seu pau tocar meu queixo a cada investida.
— Porra, seus peitos estão perfeitos como sempre — sussurou, gemendo, e então se moveu mais algumas vezes antes de os jatos de esperma cobrirem meu rosto e meus peitos.
Mal tive a chance de recuperar o fôlego antes de Jacob limpar parte do esperma de meu queixo com a ponta do pau e enfiá-lo na minha boca. Engoli tudo ansiosa, atordoada de luxúria, incapaz de fazer outra coisa além do que ele queria que eu fizesse.
Jacob havia acabado de entrar na minha boca até o fundo da garganta quando ligou novamente o vibrador.
Meu corpo se contraiu instintivamente. Eu me debati contra as amarras, tomada novamente pelo desespero, que voltou com força total quando o prazer pulsou em mim.
Ia morrer ali amarrada, coberta de porra e desesperada por um orgasmo. Meu cérebro já estava em curto-circuito, e se a explosão que ia se formando dentro de mim não encontrasse logo uma saída, eu seria incinerada de dentro para fora.
— Você disse que me queria dentro do seu corpo, mas não disse onde. — Jacob saiu da minha boca e limpou mais esperma do meu rosto antes de me penetrar novamente até a garganta.
— Devia ter sido mais específica, princesa.
Reagi com um protesto abafado, e então Jacob me limpou, de novo, e de novo, até eu ter engolido todo o esperma dele e ele estar ereto de novo.
— Gosta disso, né? — perguntou, em um rosnado. E me encarou com o rosto tenso de desejo, enquanto entrava e saia da minha garganta.
— Você é uma puta mesmo.
Meu gemido foi abafado pela vibração do brinquedo e o zumbido nos meus ouvidos.
Eu estava em chamas — meu corpoqueimava, cada segundo era uma eternidade de tortura.
Era o céu, o inferno e tudo que existia entre um e outro.
Jacob gemeu antes de sair da minha boca de novo. Lentamente, tirou o brinquedo de dentro de mim e eu choraminguei ao sentir o vazio. Depois de ser penetrada por tanto tempo, parecia errado não ter nada dentro de mim.
Os echarpes de seda foram os próximos, uma a uma, até eu estar livre, finalmente.
— Boa garota — Jacob limpou uma lágrima de frustração do meu rosto.
— Engoliu cada gota de porra. Agora merece uma recompensa, não acha? — disse, carinhosamente.
Ele enfiou o polegar na minha boca, me fazendo sentir o sabor salgado da minha necessidade.
— Por favor…
Um gemido interrompeu minhas palavras quando ele me penetrou suavemente até o fundo num movimento só.
— Caralho — resmungou, com uma voz gutural, enquanto entrava e saia de mim.
— Havia esquecido como meu pau encaixa certinho em você, amor. Como se sua buceta tivesse sido feita para mim.
Apesar das palavras sujas, seu toque era gentil enquanto me beijava e estabelecia um ritmo lento e preguiçoso. Como era quando fazíamos amor.
Doce. Íntimo. Intenso.
Algo só nosso.
Fechei os olhos, respirando de um jeito entrecortado. Era demais. O beijo dele, a sensibilidade deixada pelas preliminares…
O orgasmo explodiu como uma onda, inesperado e inevitável. arqueei as costas e gritei, e não tive chance de me recuperar , porque Jacob acelerou o ritmo e me penetrou com força suficiente para provocar o segundo orgasmo imediatamente após o primeiro.
— Isso. Grita para mim — Jacob encaixou a mão entre nós e esfregou o polegar no meu clitoris inchado,
— Goza gostoso no meu pau, vai. — ordenou.
Gozei de novo e de novo até estar exausta e não conseguia mais gritar.
Só então, quando desabei na com o corpo dolorido devido aos múltiplos orgasmos explosivos, ele reduziu o ritmo de novo e gozou com um gemido profundo.
Jacob afastou meu cabelo da testa e me beijou.
— Você foi muito bem, como sempre.
Jacob se deitou ao meu lado, envolveu meus ombros com em um braço e me puxou para perto.
— Foi uma das melhores. — comento, sonolenta.
— Com certeza foi, agora eu irei cuidar de você.
Nos cobriu e me deu um beijo na testa.
Depois tomamos um banho e eu adormeci no calor de seus braços, onde sempre foi meu lugar.
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